Notícias :: “O rasga-mortalhas”, por Maurilio Tadeu de Campos (A Tribuna, 11 de agosto de 2026)
Com linguagem poética e tom nostálgico, Campos evoca lembranças da infância e das histórias contadas por sua mãe, destacando como essas narrativas moldavam o imaginário coletivo e transmitiam valores simbólicos. O texto também lamenta o distanciamento da sociedade moderna em relação às crenças e costumes que outrora davam sentido à vida cotidiana.
Mais do que um relato folclórico, o artigo se torna um manifesto pela preservação da memória cultural, convidando o leitor a reconhecer a importância das lendas e superstições como parte viva da identidade nacional.
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