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Notícias :: Natal de Esperanças – Revista Alto Astral por Maurilio Tadeu de Campos


Maurilio Tadeu de Campos


Professor, escritor, atletista, Presidente da Contemporânea Literatura, Clube do Choro, Academia Santista de Letras, Cadeira número 30.


Revista Alto Astral | Social
Dezembro de 2025
A Coluna Santos/SP
Durval Capp
www.facebook.com/duralcapp/
Arte & Poesia



Natal de Esperanças
Meu olhar de criança observava o presépio onde lá estavam o menino Jesus e seus pais, Maria e José. Ao redor, alguns animais e três figuras ricamente adornadas, os Reis Magos. Vi, no alto, uma estrela brilhante, que apontava o local, a indicar que ali estava alguém importante e divinal.

As explicações de minha mãe faziam-me entender que aquela cena representava o nascimento de Jesus. O presépio era concebido em todos os natais e nos mostrava a importância do nascimento daquela criança que viera ao mundo para ser o nosso Salvador.

Meus devaneios inocentes levaram-me a imaginar que Jesus poderia ter nascido em qualquer família, de qualquer lugar do mundo, mas, uma delas teve a missão de receber esse ser grandioso e nos trouxe inúmeros ensinamentos, reproduzidos por muitos que nos mostram os frutos do amor, na caridade, na humildade e em tantos outros preceitos que nos conduzem pelos bons caminhos.

Hoje relembro aquela cena do presépio, a representar a família que gostaríamos de ter de verdade: simples, unida e repleta de esperanças. Comparo aquele exemplo com a nossa realidade, tão carente de afetividade, de união e de solidariedade. Desejo que ocorra um milagre, elevo meu olhar em súplica para o céu e, nesses dias tão difíceis, rogo a Deus, Pai de todos nós, para que derrame sobre a humanidade a lucidez, a clarividência e a humildade, tão presentes na família do presépio, para que esse prodígio realizado nos torne pessoas puras, simples e capazes de vencer quaisquer obstáculos e possamos trilhar o caminho certo, rumo à nossa alegria e esse bem maior que é a superação, pleno em boas e sensatas atitudes, para que vivamos o Natal com a imensidão daquele olhar de esperança que um dia eu fui, a imitar o doce mirar de menino na manjedoura. Naquele presépio sempre esteve o sinal de que necessitamos seguir com sentimentos auspiciosos. Que o Natal nos proporcione o que de melhor precisamos ter para sermos bem-aventurados. Estejamos de mãos unidas, na direção do Novo Ano, com a certeza de que tudo de bom irá nos acontecer a partir do raiar do primeiro dia de 2026 e que, a cada dia do Ano Novo, possamos ser puros, simples, bons de coração, fortalecidos e predispostos a superar quaisquer obstáculos.







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