Notícias :: O Ano Novo esperado – Por Maurilio Tadeu de Campos
O Ano Novo esperado
O Ano Novo nos remete a pensamentos novos, a novas esperanças, a querer realizar desejos guardados dentro do coração. Quem não deseja algo de bom para si e para a humanidade? De repente, vestimos a capa da esperança e passamos a trilhar novos caminhos em busca da felicidade. Assim, permitimo-nos mudar para bem receber o ano que se inicia.
O Novo Ano nos permite a busca constante da conscientização e da atenção mais apurada para com o nosso planeta, no sentido de minorar as bruscas mudanças climáticas que vem ocorrendo e que, certamente, nos impulsionarão a resguardar o nosso habitat, a natureza castigada pelo progresso e pela ganância de ter mais do que é necessário para uma existência digna. Viver apenas para acumular riquezas materiais não deveria fazer parte da essência de nenhum ser, habitante do planeta Terra. Um trabalho de introspecção e de reflexão faz-se necessário para que possamos colocar em prática atitudes que dependem também de nós, para que possamos viver num ambiente puro e saudável, mais adequado à nossa felicidade.
Saibamos reverter esse quadro individualista para outro, mais solidário, mais humanitário, mais voltado à certeza de que tudo mudará para melhor, se assim o desejarmos. A partir de um trabalho conjunto conquistaremos o lugar que está presente nos nossos sonhos e que nenhum dinheiro pode comprar: um mundo profícuo, feliz, repleto de boas energias e mais propício à realização de todos os nossos desejos, um espaço em que possamos, enfim, pôr em prática a solidariedade e o humanitarismo. Ainda dá tempo de reverter esse quadro, pois esse é o momento ideal para refletirmos e desejarmos o que, de fato, queremos, principalmente quando um ano termina e outro se inicia, marcando uma fase que esperamos ser mais feliz em todos os sentidos. Cada ano iniciado nos faz entender a necessidade de exercitar a humildade e o companheirismo, orientadores das boas atitudes, instrumentos precisos para a conquista de um mundo melhor e mais adequado à boa e saudável convivência. Aproveitemos essa oportunidade para caminhar rumo a real prática da solidariedade. Isso, certamente, nos fará muito bem, nos fortalecerá como indivíduos capazes de estender as mãos para o afeto, para o carinho e para o querer bem.
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